Não é uma obra para as eleições, viu?
A obra mais complicada dos últimos anos tem nome, sobrenome e pai. Criada pelo bisco Marcelo Crivella (prefeiturável do Rio de Janeiro) o “Cimento Social” é uma iniciativa para reestruturar as casas do Morro da Providência. Ao iniciar as obras, o exército foi chamado para fiscalizar (Oi? é sua função?). Resumindo, três jovens inocentes foram entregues por militares desobedientes para traficantes do Morro da Mineira. Favela vizinha e rival, então, apareceram mortos e ninguém, mas ninguém quer assumir a culpa do caso. Segunda a Folha, Sérgio Cabral disse que “Polícia não faz mágica” pelo fato dos assassinos estarem soltos. Mas a população pode fazer a sua mágica nas eleições, certo? O problema é que a apatia política e social não permite que ninguém faça nada.
Já o ministro da Defesa, Jobim, aquele que falou que baiano não gosta de trabalhar, mas não tem mostrado grandes avanços em sua gestão afirmou que encontrará solução mais razoável as famílias. Esse assunto irá morrer amanhã ou depois e as famílias irá chorar os seus mortos. Outra coisa, acabou de ocorrer um bate-boca danado entre Gabeira e Jobim. Essas eleições no Rio prometem, mais uma vez.
Posted: July 3rd, 2008 under educação, folha de são paulo, política.
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